
Perdoem-me o pouco tempo dedicado a este blog, ocorre que começa a chegar o fim de Outubro e corda em volta do pescoço de nós vestibulandos começa a apertar! Como mantenho o blog sozinha, fica difícil conciliar tudo. Enfim, tenho realmente milhares de assuntos a tratar aqui, vou tentando por um pouquinho de cada vez. Resolvi também mudar o layout do blog, cenas dos próximos capítulos com um visual totalmente novo. (:
Domingo foi dia de eleições para Prefeito, Vice Prefeito e Vereadores em todo Brasil. Já fui votar no prefeito que eu acho melhor para o meu município e fiz um voto partidário para escolher um vereador (acreditem ou não: eu não sabia que existia voto partidário nesse caso até ontem, agradeço ao meu anjinho da guarda por ter me explicado como funciona e somente hoje próximo ao meio dia achei no site da Globo uma pequena resenha explicando como funciona muito brevemente. Falta informação para nós eleitores, acorda Brasil!).
Moro em um município pequeno com predominância de eleitores da classe de baixa/média renda, com apenas 3 candidatos a prefeito e mais de 600 para vereadores. Justamente por isso, analisei qual seria o melhor cautelosamente (apesar de não ter sido difícil), qual deles mais condiz com as minhas ideias, além do partido que acredito ser melhor para fazer as melhorias necessárias nessa comunidade. Justamente por ser um lugar pequeno, achei que era Carnaval na rua com tantos papéis jogados no chão, muita boca de urna espalhada e assim vi muita gente vender o seu voto. Um cenário lamentável, um raro episódio em que o Governo pede a nossa opinião e nos dá a chance de melhorar a condição de vida de muitas pessoas (confesso que estou sendo bem otimista, mas não desisto fácil e a esperança é a última que morre), e ainda há pessoas que desperdiçam um voto importante por uma questão banal em vários casos ou por uma questão minuciosa.
Apenas uma observação simples: ao tratar da banalidade de vender o seu voto, caio em um assunto que é inevitável quando apontamos defeitos da sociedade atual; o que o sistema capitalista instaura na condição de vida das pessoas. Sei muito bem como há pessoas que passam muita dificuldade e não tem acesso a uma educação, alimentação, moradia e informação digna, o que torna a compra de votos fácil em troca de uma cesta básica ou auxílio singular. Além disso, sabemos bem que o Estado não é laico e que a religião interfere em muito, tornando a situação muito mais delicada. Justamente por isso, não julgo nem condeno pessoas nessa situação que vendem o seu voto, mas acuso sim o modo como a política brasileira é feita, e entrego nas mãos das pessoas com acesso informações e educação o dever de mudar esse país (não só esse país, este mundo mesmo) e conscientizar essas pessoas, além de haver vários casos de pessoas da classe alta que vende o seu voto. O assunto ainda é muito, muito mais complexo e não haveria como encaixar tudo em um post e até mesmo em um livro de mil páginas, e assim tento abordar a questão em todos os meus posts.
Outro ponto é o que as pessoas acham das eleições. Sei também o quanto é exaustivo esse festival de panfletos e cavaletes, propagandas políticas e promessas mentirosas, que fazem com que o eleitor realmente fique saturado, muitos até desistindo de pensar sobre em quem votar e quais consequências uma cidade poderia sofrer de acordo com o candidato eleito. Há aqueles que são contra o voto obrigatório, mas há aqueles que, como eu, são a favor. Disse acima e repito: é a chance que temos nas mãos de tentar construir um país melhor com uma pequena iniciativa, por isso acho que o voto obrigatório é necessário para tentar construir um caráter mais democrático na população.
Além disso, acho que votar em um candidato vai muito além de ir na urna apertar botões. Votamos em alguém porque confiamos (ou pelo menos tentamos...) confiar nas propostas desse político, querer essas mudanças efetivamente. Por isso, devemos também cobrar os nossos políticos constantemente, nós os colocamos lá, nós queremos ações e nós podemos tirá-los da mesma forma! Espero que cada um tenha feito o seu voto consciente.
Bruna. (:
Outro ponto é o que as pessoas acham das eleições. Sei também o quanto é exaustivo esse festival de panfletos e cavaletes, propagandas políticas e promessas mentirosas, que fazem com que o eleitor realmente fique saturado, muitos até desistindo de pensar sobre em quem votar e quais consequências uma cidade poderia sofrer de acordo com o candidato eleito. Há aqueles que são contra o voto obrigatório, mas há aqueles que, como eu, são a favor. Disse acima e repito: é a chance que temos nas mãos de tentar construir um país melhor com uma pequena iniciativa, por isso acho que o voto obrigatório é necessário para tentar construir um caráter mais democrático na população.
Além disso, acho que votar em um candidato vai muito além de ir na urna apertar botões. Votamos em alguém porque confiamos (ou pelo menos tentamos...) confiar nas propostas desse político, querer essas mudanças efetivamente. Por isso, devemos também cobrar os nossos políticos constantemente, nós os colocamos lá, nós queremos ações e nós podemos tirá-los da mesma forma! Espero que cada um tenha feito o seu voto consciente.
Bruna. (:
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